10 de dezembro de 2008

Children see [as crianças vêem]

Children do [as crianças fazem]

Make your influence positive [Seja uma boa influência]

[http://www.childfriendly.org.au/]

9 de dezembro de 2008

9 de Dezembro de 2007

lembro-me do convite...


Nouvelle Vague, no Auditório São Mamede em Guimarães, no dia 8 de Dezembro, vens comigo?
Conheces Nouvelle Vague, não conheces?

eu disse que sim...mas, na verdade, conhecia muito pouco...

da pesquisa na Internet [que efectuei para acalmar a ignorância que tinha em relação ao grupo] ficou a letra e a música de...

IN A MATTER OF SPEAKING
(Nouvelle Vague)
In a Manner of speaking
I just want to say
That I could never forget the way
You told me everything
By saying nothing
In a manner of speaking
I don't understand
How love in silence becomes reprimand
But the way that i feel about you
Is beyond words
Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
That tell me everything
In a manner of speaking
Semantics won't do
In this life that we live we only make do
And the way that we feel
Might have to be sacrified
So in a manner of speaking
I just want to say
That just like you I should find a way
To tell you everything
By saying nothing.
Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
That tell me everything
Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
That tell me everything

Depois o braço que ousou pousar no meu ombro
as costas que se encostaram no teu peito
e as mãos que se ataram para ouvir Nouvelle Vague

[e a surpresa do que senti]

e, mais tarde, já dia 9, o beijo, o primeiro de muitos...

it's a pity that we don't remember :D :D :D
deve ter sido da emoção :D :D

4 de dezembro de 2008

Era uma vez um homem que era semita e tocava piano


A 5 de Dezembro de 1911, nascia em Sosnowiec, na Polónia, Wladyslaw Szpilman. Para muitos este nome poderá não dizer nada, mas outros facilmente se recordarão se eu disser que a vida dele foi relatada no filme “O pianista”, interpretado por Adrien Brody (um filme do, também polaco, Roman Polanski). O filme relata os dias terríveis que passou em Varsóvia, durante a ocupação nazi durante a Segunda Guerra Mundial. Szpilman, que tocava na rádio de Varsóvia antes da ocupação, foi, juntamente com milhares de judeus, enviado para o gueto de Varsóvia para, posteriormente, ser enviado para o destino mais comum de seis milhões de judeus de toda a Europa…os campos de concentração. Szpilman refugiou-se em casa de amigos para escapar à morte certa e assim assistiu à revolta de Varsóvia levada a cabo pelo Exército Clandestino Polaco.
Como vingança à revolta de Varsóvia, Hitler ordenou a destruição total da cidade…
Quando a guerra terminou a Cidade era apenas um aglomerado de escombros.
Após a guerra Szpilman seguiu a sua carreira brilhante.
Morreu em Varsóvia a 6 de Julho de 2000.
Aqui fica a sugestão do filme “O pianista” para o fim de semana prolongado que se avizinha… Um filme que incomoda bastante, mas que é também uma lição de vida.

2 de dezembro de 2008

[descrição perfeita do] Dia de Natal [do poeta António Gedeão]

Durante uma pesquisa na net, encontrei este poema de António Gedeão sobre o Dia de Natal.

Partilho-o convosco, porque senti, novamente e surpreendemente, [esta época é propícia a pesos de consciência] a mente a despertar...

O poeta é isso mesmo, o despertador das mentes...


"Hoje é dia de era bom.

É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,

de falar e de ouvir com mavioso tom,

de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.

É dia de pensar nos outros— coitadinhos— nos que padecem,

de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,

de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,

de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.

Comove tanta fraternidade universal.

É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,

como se de anjos fosse,

numa toada doce,

de violas e banjos,

Entoa gravemente um hino ao Criador.

E mal se extinguem os clamores plangentes,

a voz do locutor

anuncia o melhor dos detergentes.

De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu

e as vozes crescem num fervor patético.

(Vossa Excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?

Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)

Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.

Toda a gente se acotovela, se multiplica em gestos, esfuziante.

Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas

e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.

Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,

com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,

cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,

as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.

Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,

ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.

É como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,

como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.

A Oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.

Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.

E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento

e compra— louvado seja o Senhor!— o que nunca tinha pensado comprado.

Mas a maior felicidade é a da gente pequena.

Naquela véspera santa

a sua comoção é tanta, tanta, tanta,

que nem dorme serena.

Cada menino

abre um olhinho

na noite incerta

para ver se a aurora

já está desperta.

De manhãzinha,

salta da cama,

corre à cozinha

mesmo em pijama.

Ah!!!!!!!!!!

Na branda macieza

da matutina luz

aguarda-o a surpresa

do Menino Jesus.

Jesus

o doce Jesus,

o mesmo que nasceu na manjedoura,

veio pôr no sapatinho

do Pedrinho

uma metralhadora.

Que alegria

reinou naquela casa em todo o santo dia!

O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,

fuzilava tudo com devastadoras rajadas

e obrigava as criadas

a caírem no chão como se fossem mortas:

Tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.

Já está!

E fazia-as erguer para de novo matá-las.

E até mesmo a mamã e o sisudo papá

fingiam

que caíam

crivados de balas.

Dia de Confraternização Universal,

Dia de Amor, de Paz, de Felicidade,

de Sonhos e Venturas.

É dia de Natal.

Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.

Glória a Deus nas Alturas."


De António Gedeão [a quem agradeço o despertar da mente]

26 de novembro de 2008

um poema que te recorde no dia em partiste [Mário Cesariny]

Em todas as ruas te encontro
Em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto, tão perto, tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura

Em todas as ruas te encontro
Em todas as ruas te perco

Mário Cesariny

O dia em que o surrealismo ficou mais pobre


A 26 de Novembro de 2006, morria em Lisboa, com 83 anos, Mário Cesariny de Vasconcelos, um dos maiores artistas surrealistas Português.
"Eu acho que se se é surrealista, não é porque se pinta uma ave, ou um porco de pernas para o ar. É-se surrealista porque se é surrealista!".
Mário Cesariny doou a Famalicão toda a sua biblioteca, assim como pinturas e desenhos, num total entre 1300 a 1500 obras. Vale a pena uma visita à fundação Cupertino de Miranda para apreciar o seu trabalho.

"Faz-me o favor de não dizer absolutamente nada!
Supor o que dirá
Tua boca velada
É ouvir-te já.

É ouvir-te melhor
Do que o dirias.
O que és não vem à flor
Das caras e dos dias.

Tu és melhor -- muito melhor!--
Do que tu. Não digas nada. Sê
Alma do corpo nu
Que do espelho se vê".

24 de novembro de 2008

Coisas da vida


Quem disse que a água entra em ebulição aos 100ºC?
A água realmente entra em ebulição aos 100ºC a uma altitude baixa. No entanto, em locais muito elevados esse fenómeno ocorre a uma temperatura inferior, por exemplo, no Evereste a água entra em ebulição aos 72ºC. E porque é que isto acontece?
Bem... então sentem-se que eu passo a explicar...
Era uma vez um senhor que vivia nas montanhas... Eh eh... já vos estava a assustar, não é nada disso...
Este fenómeno acontece porque em regiões altas a pressão atmosférica é menor. Se a pressão atmosférica for menor, as moléculas do liquido entrarão em "agitação" a uma temperatura inferior. Quanto mais alto se sobe, menor será a temperatura de ebulição. A proporção é de uma diminuição de 3ºC por cada quilómetro de altitude. Sabendo que o Evereste está a cerca de 8,5 quilómetros de altitude, podemos fazer umas contas: 8,5x3=25.5; então, retirando aos 100ºC de temperatura de ebulição [ao nível do mar] os 25.5ºC [3ºC por cada quilómetro de altitude], podemos concluir que a água no Evereste entra em ebulição aos 74,5ºC, aproximadamente. [Já sei que estão a dizer:" Ah, mas tu disseste no início que era aos 72ºC... eu sei, mas também o Evereste não está a 8,5 quilómetros exactos. Além do mais, não acham que estão e exigir demasiado de mim? :P Confiem, até porque anda lá perto]
Ainda mais engraçado seria o acto de preparar um chá em pleno Evereste [aceitam-se voluntários]. Apesar de a água entrar em ebulição mais facilmente, há um aspecto negativo nessa questão. Preparar o chá em recipientes abertos é bem mais difícil, além de não ter o mesmo gosto. Cozinhar também seria complicado porque é muito mais demorada a preparação dos alimentos.

No livro Sete Anos no Tibete, Heinrich Harrer relata a sua fuga do campo de prisioneiros Inglês na Índia [feito prisioneiro com o eclodir da Segunda Guerra Mundial, devido à Índia ser uma colónia Britânica e Heinrich ser de nacionalidade austríaca, logo, inimigo dos Aliados] para Lassa [a capital do Tibete, na altura independente], e refere o facto de beber qualquer coisa gordurosa em ebulição sem se queimar...
Aqui está a justificação :)

Em memória de Farokh Bommi Bulsara


[Freddie Mercury]


A 23 de Novembro de 1991, Freddie Mercury declara, publicamente, ser portador do Síndrome da imunodeficiência adquirida...e um dia depois viria a falecer [24 de Novembro]

E o mundo da música ficou, decididamente, mais pobre...

21 de novembro de 2008

Ceci n'est pas une pipe


Corria o dia 21 de Novembro de 1898, nascia em Lessines (Bélgica) um dos principais artistas surrealistas Belga.... Uma cachimbada em memória de René Magritte.

20 de novembro de 2008

Parabéns Amiga

Deu-me uma nostalgia e fui rever as nossas fotografias.
Gargalhei tanto :D :D, mas a lágrima teimou em aparecer no canto do olho...Saudades!
Apeteceu-me partilhar alguns momentos contigo...


[o nosso primeiro trabalho académico...]


[que desgraçadas... :D]


[a catarina com o penico na cabeça]



[o meu neurónio :D]

[o ruca leão ou leão ruca :D :D...onde será que ele anda? :( ]

[sempre com a última colecção da moda...que figurinhas :D :D]

[looooool... e é por causa desta que vai haver um homicídio]

Passa um dia muito feliz :)


*beijinho no coração*