27 de maio de 2009

Agora a sério...

Estarei a ser demasiado picuinhas quando considero que há géneros musicais (tipo, disco sound, electro disco sound, reggae com letras pornográficas e outro género de música que seja basicamente um aglomerado de berros nem sempre em consonância) e rádios com determinadas filosofias (tipo, Cidade FM, 93,5...e outras rádios direccionadas para a população pré-adolescente e adolescente e com locutoras histéricas) que não devem fazer de música-ambiente de uma empresa?Sobretudo quando a empresa não é nem a Berska nem a Stradivarius nem uma discoteca qualquer?

Estarei a ser demasiado sensível quando penso que o nível do som do aparelho musical deve, em empresas que, repito, não são discotecas, estar mais ó pró baixo do que mais ó pró alto?

Estarei a ser demasiado injusta quando acho que não é o nível de habilitações literárias que determina o bom-senso das pessoas?

É que se estou a ser demasiado picuinhas, sensível e injusta puxem-me agora as orelhas, porque não tarda nada há alguém que vai levar uma descompostura...

26 de maio de 2009

A verdade...

Não tenho escrito, porque ultimamente o meio não me inspira...mas isto vai passar, ah pois vai!

21 de maio de 2009

...

Segundo aqui o meu caro colega de trabalho, cuja imaturidade, por sinal, me mexe com os nervos, eu trabalho numa empresa que presta serviços de apoio domiciliar...domiciliar!!!! (dizia ele isto ao telefone a um potencial cliente)

Só faltou ter dito "apoio domiciliá" e o cliente ficaria convencidíssimo que estava a ligar para o Brasil!!!

É nisto que dá ver muita telenovela brasileira!!!

Se calhar aprendia mais umas coisinhas se visse o "Bom Português" ou o "Cuidado com Língua"!

19 de maio de 2009

Há por aí alguém que saiba trocar por miúdos o que significa ética profissional? É que pelos vistos há muita gente que precisa de umas lições? (estou tão revoltada que coloquei um ? em vez de !...o meu cérebro neste momento é um enorme ponto de interrogação.)


tenho um buraco no coração do tamanho da minha revolta e desilusão...

18 de maio de 2009

Sinto-me defraudada...

Não é que dei com o meu pai a cantarolar na cozinha "Ai estes são os filhos da nação...tralalai tralalai..." Isto vindo de um Benfiquista ferrenho é grave, muito grave! Se ainda fosse o hino do Sporting, vah, merecia perdão... agora, Filhos da Nação?!?!?

Ó Pai, está a parecer-me que o tempo livre em demasia está a fazer-te mal ou é isso ou são os teus 60 anos...

Kenny Scharf


15 de maio de 2009

Fica aqui o registo...

...Não tenho jeitinho nenhum para escolher seja o que for de bijutaria e roupa de cerimónia... eu tento, mas acabo sempre por deitar dinheiro ao lixo numa merda qualquer que nunca mais vou usar... para além disso, tenho o dom de acertar no que é mais feio... enfim, fui mesmo feita para estas lides...Haja pachorra!

13 de maio de 2009

As coisas que se fazem para aparecer...

O que há de comum entre isto:
e isto:
Tanto o poster da campanha do Barack Obama, como a Bicicleta Trek(a mesma marca da bicicleta da minha mais-que-tudo) têm o trabalho artístico de Shepard Fairey.
E como tem sido meu hábito nunca falar de coisas interessantes como é a política, cá estou eu a falar de coisinhas desinteressantes...
Esta bicicleta foi especialmente desenhada para Lance Armstrong usar na sua primeira participação no Giro d'Italia (faz hoje precisamente 100 anos que teve início a primeira volta à Itália)... Shepard Fairey inspirou-se na arquitectura Clássica Italiana para decorar esta máquina extraordinária, onde não faltam alusões à fundação de Lance Armstrong (Livestrong) e onde há também uma misteriosa inscrição WNW2009 (Winners, not wankers)... O que quererão dizer com isto?... Levanta um bocado o véu relativamente às pretensões de Lance para a Volta a França 2009 e a conquista da sua 8º vitória da Tour.

12 de maio de 2009

???

Mas o que é que raio tem em mente uma pessoa que envia para um Lar de Idosos o Curriculum Vitae, no qual faz constar formação profissional em Tarôt!?!?!

É que, realmente, até hoje nunca me tinha apercebido da falta que um Tarólogo faz num Lar de Terceira Idade...Mas, agora, que me deparo com o assunto, acho que até seria divertido, ver uma personagem com tais aptidões profissionais, diante do seniores, a fazer previsões sobre o futuro deles... Pensava que não era preciso ser Taróloga para adivinhar o futuro do Ser Humano no final da vida...

Enfim, há cada um...

10 de maio de 2009

Joaquim Agostinho


A 10 de Maio de 1984 Portugal perdia um dos seus maiores desportistas de todos os tempos. Joaquim Agostinho morreu após 10 dias de coma. Havia sofrido uma queda na volta ao Algarve, provocada por um cão.
Esta morte poderia ter sido evitada, se não fosse a teimosia de Joaquim Agostinho e, também, o péssimo serviço de saúdE que havia na altura (sim, meus caros, actualmente, não temos um mau serviço de saúde e não estou a ironizar!). Não é que o homem atropela o cão e, como típico Português, pega na bicicleta e continua a pedalar até a meta sem dar importância aos ferimentos! Só no dia seguinte é que se sentiu a desfalecer e foi assistido. Segundo dizem tinha um coágulo no Cérebro do tamanho de um limão. Assim perdemos um dos maiores ciclistas de todos os tempos, com várias participações na volta à Espanha (um segundo lugar e muito controverso) e na volta à França (dois terceiros lugares), sem falar das várias vezes que foi campeão nacional e das Voltas a Portugal que venceu.
Ele que nem tencionava ser ciclista, foi descoberto muito tarde.
Contaram que ele tinha juntado dinheiro para comprar um gira-discos, mas a caminho da loja de electrodomésticos passou por uma loja de bicicletas e logo mudou de ideias. Deixou o gira-discos para outra altura.
Era um excelente trepador. No entanto, não tinha grande técnica e sofria muitas quedas (a descer principalmente). Tinha tanta força, mas tanta força que até empenava os crenques (aquele braço metálico onde se aparafusa os pedais da bicicleta).
Uma vez estava a participar numa volta a França e soube que lhe roubaram umas vacas (o ciclismo não era grande prioridade na vida dele… era um homem do povo e valorizava a família e a terra). Não é que Joaquim Agostinho abandonou a prova para ir pessoalmente averiguar quem lhe tinha roubado as vacas.
Aqui fica a homenagem de um simples utilizador de bicicleta a esse grande nome do ciclismo.