…lá fui eu festejar o aniversário de um homem…
[E comi muito chocolatinho e hoje, tá claro, tenho a carinha cheia de borbulhas! Essas desgraçadas! Estúpidas!]
…lá fui eu festejar o aniversário de um homem…
[E comi muito chocolatinho e hoje, tá claro, tenho a carinha cheia de borbulhas! Essas desgraçadas! Estúpidas!]

Caros Creixomilenses,
Será que esta imagem vos é familiar? (não, não é uma fotografia da minha autoria!)
Pois é, estava a minha pessoa a fazer uma pausa no trabalho, a descansar os miolos, a entreter a mente pelo mundo da blogosfera, quando me caiem os olhinhos no blogue do caro Alf, o "Isto é como tudo". Não é que este querido escarrapachou uma fotografia do nosso Creixomil e todo um artigo que não é pautado pela ironia (nãããõooo) no seu blogue!!! Meus amigos, o que é que nós vamos fazer com o nosso querido Alf, o que é????
(Caro Alf, volte sempre aqui à terrinha que nós vamos recebê-lo muuuuiiiiiiittttooooo bem!)
[PORQUE A COISA JÁ TÁ A FICAR Ó PRÓ DEPRIMENTE…E O MEU CÉREBRO ESTÁ A PRECISAR DE COR, AQUI VAI O ARCO-ÍRIS]
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Quisera eu saber, mas não sei. Quisera eu morar nas palavras, mas alguém se esqueceu de me dar a chave da sua moradia. Quisera eu assear-lhes um lar dentro de mim, mas elas são alheias a espaços demasiado humanos.
As palavras são minhas vizinhas.
Sempre li e desde nova que as palavras se esquivam das minhas perguntas. Soubesse eu escrever, nem bem nem mal, apenas escrever. Conhecesse eu a escrita que abre os corações, que escorre as lágrimas nos olhos, que esboça sorrisos, que solta gargalhadas, que sacia todas as fomes. Conhecesse eu a escrita que dispensa regras gramaticais ou bom português. Soubesse eu escrever corações apertados, olhos arregalados, sonhos interrompidos, folhas soltas, canetas gastas. Soubesse eu escrever e não seria nem escritora nem poeta nem cronista nem jornalista. Soubesse eu escrever, mas não sei.

